JOHN WAYNE | Considerado por muitos como o maior astro do Cinema

Os mais íntimos o chamavam de Duke. Ele assinava Marion Michael Morrison. Mas o nome pelo qual foi mesmo conhecido no mundo inteiro era John Wayne.


Se medirmos a grandeza dos astros pelo número de pessoas que vai assistir aos seus filmes, Wayne talvez possa ser considerado o maior astro de Cinema, em todos os tempos. Na verdade, recuando a 1932 e verificando, daí em diante, o produto das bilheterias de todos os filmes produzidos no mundo, vamos perceber logo que ele é a maior atração do Cinema sonoro, tendo alcançado o estrelato e ficado entre os dez maiores sucessos de cada ano, a partir de 1949 até 1974. ele é também quem mais ganhou dinheiro com Cinema, entre os intérpretes, cerca de 400 milhões de dólares, perdendo apenas para Cary Grant e James Stewart, está entre os que trabalharam em maior número de clássicos de Hollywood, a maioria deles dirigida por John Ford e Howard Hawks.


John Wayne nasceu em 26 de maio de 1907, em Winterset, no Estado de Iowa. Quando o pequeno Marion tinha cinco anos, a família se mudou para a Califórnia e comprou um rancho à beira do deserto Mojave, onde ele e o irmão Bob viviam fazendo estripolias, principalmente montando cavalos em pêlo.



No ginásio, Duke passou por duas fases, na primeira, queria ser advogado; na segunda, seu sonho era a Marinha. Mas acabou indo para a Universidade a Califórnia do Sul, onde ficou três anos.



Em 1928, conheceu John Ford, que acabou sendo um de seus maiores amigos. O diretor lhe arranjou trabalho nos estúdios da Fox e, pouco depois, um pequeno papel em Hangman's House.. Mas foi em 1930, pelas mãos de outro diretor, Raoul Walsh, que pela primeira vez, estrelou um filme: A Grande Jornada (The Big Trail / foto abaixo), destinado anteriormente a Gary Cooper.


Sem ter ainda desenvolvido a personalidade que lhe trouxe fama anos depois, Wayne foi relegado a filmes westerns classe B, sendo que, em 1935, foi o protagonista do primeiro filme da Republic, Da Derrota à Vitória (Westward Ho, 1935), e, em 1945, ajudou o estúdio a celebrar 10 anos de sucessos. Na década de 30, foi um dos mais populares heróis daquele tipo de filme.


Mas a grande oportunidade surgiu em 1939, depois de aparecer em 72 filmes, quando John Ford o chamou para fazer o tímido Ringo Kid de No Tempo das Diligências (Stagecoach), que acabou ganhando o Oscar do ano. Daí em diante, John Wayne passou a ser uma estrela maior. E muitos filmes vieram, como os clássicos de guerra Fomos os Sacrificados (They Were Expandable) e Iwo Jima, o Portal da Glória (Sands of Iwo Jima), respectivamente de 1945 e 1949, dirigidos por John Ford e Allan Dawn; a trilogia de Ford sobre a Cavalaria: Sangue de Heróis (Fort Apache, 1948), Legião Invencível (She Wore a Yellow Ribbon, 1949) e Rio Bravo (Rio Grande, 1950); quele que foi, talvez, o melhor filme da Republic, também de John Ford, Depois do Vendaval (The Quiet Man), teve uma de suas cenas lembrada , em E.T., quando o menino repete, no colégio, o beijo qye Wayne dá em Maureen O'Hara, quando o Extraterrestre vê o filme na televisão; a trilogia de western de Howard Hawks: Onde Começa o Inferno (Rio Bravo, de 1959), El Dorado (El Dorado, de 1967) e Rio Lobo (Rio Lobo, de 1968), sendo que o primeiro é considerado por muitos críticos como o melhor western de todos os tempos; Bravura Indômita (True Grit, 1969), dirigido por Henry Hathaway, com o qual ganhou um Oscar e cujo personagem, Rooster Cogburn, repetiria, seis anos mais tarde, ao lado de Katharine Hepburn.


Entretanto, sua maior performance na década de 70 acabou sendo em seu último filme, O Último Pistoleiro (The Shootist, de 1976), dirigido por Don Siegel, onde faz um velho pistoleiro que está morrendo de câncer, afinal a doença que o acabou matando, realmente.



John Wayne trabalhou para todos os grandes estúdios de Hollywood e, apesar de não poder ser considerado um ator da estirpe de um Laurence olivier, com a técnica sofisticada de um Marlon Brando, não se pode lhe negar, também, uma garra de interpretação fora do comum, uma personalidade marcante, uma presença envolvente na tela, uma simpatia que o popularizou no mundo inteiro. É claro que seu alcance é limitado, mas dentro desses limites, ele se expressou com muita habilidade, conseguindo excelentes efeitos. Há uma grande confusão, por parte de muitos críticos, entre as interpretações de Wayne no Cinema, como um grande individualista, e as posições políticas reacionárias do homem, como republicano de direita realmente, ele se opunha a qualquer atitude mais liberal.


Em 1933, Wayne casou-se com Josephine Saenz, filha do Cônsul dominicano. Tiveram quatro filhos: Mike, Toni, Patrick e Melinda. Divorciaram-se em 1944 e, dois anos depois, Duke se casava novamente, dessa vez com a cantora e dançarina mexicana Esperanza Bauer. Esse casamento durou menos: a separação tempestuosa veio em 1953. Já no ano seguinte, em novembro de 1954, caou-se de novo. A nova Senhora Wayne era a atriz peruana Pilar Palette. Com ela, Wayne teve mais três filhos: Aissa, Ethan e Marisa. Agora eram 7 filhos e 20 netos.



Em 1969, John Wayne foi eleito o Superastro da década. Na década de 70, fez também Big Jake (1971), The Cowboys (1972), Train Robbers (1973), McQ (1974). Em maio de 1979, a oença conseguiu o que os bandidos dos filmes sempre tentaram sem êxito, derrubá-lo do cavalo.


Fonte de Pesquisa: Revista Cinemin.

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